JORNAL REPUBLICANO PRESS

domingo, 26 de abril de 2015

CONTREIRAS E SAMAKUVA FALAM SOBRE INSTABILIDADE POLÍTICA

REPUBLICANO PRESS
Luanda,  22 de Abril de 2015

CONTREIRAS E SAMAKUVA FALAM SOBRE INSTABILIDADE POLÍTICA

PREA e UNITA reuniram para analisar a situação política, militar, económica, social e os Direitos Humanos




O  presidente do Pentágono Político do Partido Republicano de Angola-PREA, Carlos Contreiras, esteve reunido segunda-feira, 20 de Abril, com Isaías Samakuva presidente da UNITA, onde a questão do mandato de 36 anos do actual presidente angolano, José Eduardo Dos Santos, a intolerância política, a realização das eleições autárquicas, as questões sociais, económicas e financeiras e o incidente que vitimou nove agentes da polícia nacional e cidadãos civis na província do huambo foram os assuntos chaves do encontro.


O encontro que acolheu a direcção do mais alto órgão de carácter deliberativo e executivo do PREA, encabeçada pelo seu líder, Carlos Alberto Contreiras Gouveia, teve lugar na presidência da UNITA, onde Isaías Samakuva congratulou grandemente, o espírito de liderança e firmeza do presidente Contreiras na busca da paz universal, e no amplo contributo em prol da justiça, democracia, direitos humanos e resolução de conflitos com vista o desenvolvimento do país e de África.

O referido encontro concentrou-se no reforço da democracia e dos Direitos Humanos na busca da manutenção da Estabilidade e da Paz. O Encontro durou cerca de duas horas, foi solicitado pelo presidente Carlos Contreiras, para  avaliar a questão da consolidação do proceso de paz no âmbito do espírito do Memorando de Entendimento de Luena, bem como analisou a questão da convocação das Eleições Autárquicas e das próximas Eleições Gerais. 

As lideranças analisaram ainda a questão económica e financeira do país, nomeadamente as receitas monetárias provenientes da 
produção do petróleo, a situação do Fundo Estratégico e do Fundo de Soberania Nacional, um situação que os angolanos desconhecem para onde o dinheiro do povo tem sido canalizado, o qual deveria servir as preocupações básicas da população angolana que cada vez mais sofre.

Para  os republicanos angolanos, segundo o seu líder Carlos Contreiras,  a questão da paz e estabilidade constitui uma responsabilidade irreversível e incontrovertível de carácter constitucional para todos os angolanos.

“Aprendemos com os Estados Unidos da América, a maior Super-Potência do mundo, que a Paz é a planta do desenvolvimento dos povos que buscam a harmonia. Quando aquele que governa não é capaz, a oposição deve assumir política, pacífica e democraticamente o seu papel sem levar em perígo a estabilidade e a paz,” afirmou Carlos Contreiras.
SOBRE O CASO HUAMBO

No que toca a intolerância política, Carlos Contreiras apelou para uma maior responsabilidade dos governos locais que muita das vezes são negligentes ao arrumarem a casa, pois é o povo que escolhe os dirigentes e não os dirigentes o povo. O político apelou também as lideranças das forças políticas por forma a manter a calma e as emoções com respeito a lei  e as diferenças. 

Contreiras defendeu que é necessário o banimento do uso desnecessário da força policial contra a sociedade civil, uma situação que tem provocado um grande desequilíbrio no quadro da vertente da consolidação da paz conquistada com muito sangue em 4 de Abril de 2001. 
Carlos Contreiras adiantou que as Igrejas não fazem política e devem pautar por uma conduta social apartidária, pacífica e reconciliadora.

O político concluiu que a paz é o patrimônio número dos angolanos, afirmando que as pessoas para defenderem os seus interesses não devem ser movidas por voluntária paixão das cores de bandeiras dos partidos políticos pondo em risco a vida de pessoas inocentes, quer cidadãos civís religiosos, quer para-militares e militares.

Considerou um perigo quando se trata da observância da lei e dos direitos constitucionalmente consagrados (direito de liberdade de religião, liberdade de manifestação pública, liberdade de expressão e de imprensa) num clima de paz em  busca do desenvolvimento.

“Chamamos aqui a responsabilidade de quem governa, nesse caso específico o governo da província do Huambo, bem como das forças políticas e da Igreja no geral (crentes religiosos e líderes religiosos) com tendência política partidária, para o respeito a ordem e a lei, por forma a evitar mortes e holocaustos indesejáveis como o recente trágico incidente ocorrido no Huambo, que aqui condenamos, sendo muito grave e um perigo para a paz e segurança nacional,” disse Contreiras.  – “A igreja não faz política! O Estado é laico. Há uma separação entre a igreja e o Estado. Da mesma forma o governo deve trabalhar para um clima de paz e harmonia,” disse Contreiras.

“Os angolanos devem pautar por uma consciência de Paz. O país deve ser guiado na luz da Paz e concórdia. Aquele que governa deve respeitar o poder público como propriedade do Estado, e não como propriedade de pessoas singulares ou de partidos políticos,” asseverou Contreiras – Adiantando que “Os políticos não devem confundir a relação ideológica partidária no plano do exercício das funções, devendo preservar a estabilidade com espírito pacificador, de tolerância e respeito pela diferença,” rematou o presidente do PREA, Carlos Contreiras.

Sobre o mandato prolongado de José Eduardo Dos Santos, o líder do PREA, Carlos Contreiras deixou claro, reafirmando que José Eduardo Dos Santos deve abandonar o poder pois o seu mandato atropela os princípios universais da democracia representativa, responsabilizando o Procurador Geral da República, o Presidente do Tribunal Constitucional e do Tribunal Supremo por cumplicidade e conivência pelo prolongamento do mandato inconstitucional do actual presidente angolano que confunde a República de Angola, o Estado de Direito Democrático,  com uma monarquia sem croa.

ESTADOS UNIDOS NO PLANO GLOBAL 

Carlos Contreiras, defendeu grandemente a questão do combate contra o terrorismo sendo uma preocupação do seu partido. Contreiras alertou para maior responsabilidade do Estado angolano tendo em conta as resoluções pertinentes do Conselho de Segurança da ONU, onde congratulou todas as iniciativas do Governo dos Estados Unidos da América em promover a paz e a estabilidade global, a justiça universal para o bem das nações e povos no mundo.

POSICIONAMENTO DA UNITA


Já para o líder da UNITA, Isaías Samakuva (na foto), “o país está a tomar um rumo perigoso”. O político defendeu que o seu partido não vai pactuar com as irregularidades de Eduardo Dos Santos e do seu partido, o MPLA, que considerou inconstitucionais. O líder da UNITA disse que “os angolanos querem uma mudança genuína para salvação do país e, devem juntar esforços para combater tudo aquilo que periga a paz e a democracia defendendo os interesses das camadas mais vulneráveis.


“Se em 40 anos José Eduardo Dos Santos e o MPLA não foram capazes de resolver os problemas dos angolanos não será agora que vamos dar um privilégio àqueles que engordam com o sangue dos angolanos, os quais desesperadamente, querem retornar o país à guerra para prolongarem o seu mandato em benefício pessoal e  levar o país a ruína,” rematou Samakuva.

“As ruas estão todas estragadas, não temos água nem luz, não há casas para as pessoas viverem com dignidade e paz, não existem hospitais nem escolas públicas. Temos lixeiras e pântanos por todos os cantos do país,” disse Samakuva muito descontente com a imagem da cidade capital.

Com a mesma linha de penamento, Samakuva responsabilizou o governador da província do Huamnbo, pela tragédia que vitimou nove agentes da corporação. “Esta tragédia é responsabilidade pessoal do governo do Huambo que tem usado a força do poder policial para incitamento a violência e à guerra,” disse Samakuva. Adiantando que “A UNITA tem sido um partido exemplar em nome da Paz e da concórdia,” afirmou Samakuva.

CONCLUSÃO DO ENCONTRO

Contreiras e Samakuva defenderam que é urgente a convocação das eleições autárquicas necessárias para se pôr fim os abusos dos governos locais. As lideranças foram unânimes apelando para coesão da oposição que doravante deve estar unida para em conjunto explorarem novas linhas de força por forma a pôr fim a ditadura militar, os abusos do poder e da coisa pública, a sistemática violação dos direitos humanos  e a galopante corrupção desmedida em Angola.

No dia 21, na Casa das Leis, a  UNITA abandonou o parlamento antes da votação,  opondo-se contra a votação do MPLA. Esta tomada de posição da UNITA foi defendida pelo PREA, na pessoa do seu presidente Carlos Contreiras, que considerou positiva e idónia a tomada de medida democrática da UNITA em nome da soberania e da oposição angolana.

“Sendo a UNITA um partido civil, pacífico e democrático liderada pelo Isaías Samakuva, somos a favor da posição política da UNITA. Mais uma vez,  reafirma-mos aqui o nosso compromisso com a Paz e a democracia, e, encorajamos a UNITA e todas as demais forças vivas do país a prosseguirem os seus fins de  forma pacífica e democrática sem armas, com respeito a Constituição da República e a lei. É urgente manter a coesão das forças na oposição, para uma verdadeira oposição no combate político contra todas as forma de exclusão e anti-democráticas, contra a ditadura militar e contra os abusos do poder e a corrupção  em Angola, formas (des)governação que visam perigar a paz, a estabilidade e o desenvolvimento do país,” disse Conteiras.

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COMUNICADO DE ALERTA INTERNACIONAL


PREA CONDENA DITADURA E O NEO-COLONIALISMO IMPLANTADO POR JOSÉ EDUARDO DOS SANTOS E MPLA CONTRA OS ANGOLANOS PAR INVIABILIZAR A PAZ E A DEMOCRACIA EM ANGOLA.


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sábado, 28 de junho de 2014

PAZ CONSUMADA EM MOÇAMBIQUE


PAZ CONSUMADA EM MOÇAMBIQUE

Contreiras une Dlhakama e Gebuza pondo fim a Guerra em Moçambique

Maputo, 28 de Junho de 2014.


As negociações entre a Renamo de Afonso Dlhakama e o governo da Frelimo do presidente Armando Gebuza, foram registadas de forma positiva com o grande esforço do líder do PREA-Partido Republicano de Angola, Carlos Alberto Contreiras Gouveia, que desde 23 de do corrente mês, está em Moçambique  para  mediar o processo de paz moçambicano, constatou a fonte do Republicano Press.

Carlos Contreiras, que no pretérito dia 4 do mês de  Maio esteve em Moçambique, depois de vários esforços e contactos com o líder da Renamo, Afonso Dlhakama  e  a parte do executivo  do presidente Armando Emílio Gebuza, acredita que a paz para Moçambique é já uma realidade tendo em conta os compromissos assumidos pelas partes envolvidas que considera  ser um processo irreversível e inadiável.

“Não acredito que a Renamo liderada pela inteligência do presidente Afonso Dlhakama ou o governo da Frelimo dirigido pela sapiência do presidente Armando Gebuza tenham razões de soberania para o retorno a guerra depois da paz declarada, uma vez que a paz, a democracia e o desenvolvimento de Moçambique, dependerá de um amplo esforço nacional que envolve responsabilidades colectivas destes dois grandes partidos históricos e lideranças no centro do diálogo permanente em nome da glória do povo Moçambicano”, afirmou o líder da maior força política da oposição angolana, Carlos Contreiras.

Carlos Contreiras que tem assumido um papel fundamental na lapidação do processo de paz em África e noutras partes do mundo, disse que o diálogo é a única saída para os conflitos  no  globo.

“Neste momento o presidente da Renamo, Afonso Dlhakama, está em Maputo sob a égide da Paz, da democracia e das Convenções Internacionais, e agora caberá ao governo do presidente Armando Gebuza, garantir e assegurar a integridade da segurança física do presidente Afonso Dlhakama  e dos seus dirigentes e militantes para que o líder da Renamo possa fazer campanha política e participar em pé de igualdade às eleições gerais marcadas para 15 de Outubro deste ano”, rematou Contreiras.

Contreiras disse ainda que a Comissão Nacional Eleitoral (CNE),   presidida por Sheik Abdul Carimo Sau, deve jogar um papel de neutralidade e imparcialidade com a inclusão de todas as forças políticas para que as eleições sejam credíveis, inclusivas, transparentes e democráticas, aceites nos termos das leis universalmente reconhecidas.

“A Comissão Nacional Eleitoral sendo um órgão apartidário e autónomo, tem aqui a mais alta responsabilidade de fazer com que estas próximas eleições sejam justas fora de quaisquer constrangimentos, para que os moçambicanos e o mundo se orgulhem do seu trabalho”, afirmou Contreiras na visita que teve com a delegação da CNE em Maputo no dia 26.

Contreiras e a sua delegação estão em Moçambique a convite da Igreja no quadro do processo de paz que juntou as partes que estavam separadas em conflitos por longo tempo.

Esta manhã, antes de partir para sua terra natal, Angola,  no Aeroporto de Maputo, Carlos Contreiras pediu ao líder da Renamo, Afonso Dlhakama e ao presidente Armando Gebuza para honrarem as suas promessas em nome da Paz e da democracia, no compromisso da estabilidade na região austral do continente berço.

O líder da Renamo, Afonso Dlhakama, que se recenseou para concorrer às eleições, agradeceu o espírito de sacrifício prestado por Carlos Alberto Contreiras Gouveia ao serviço da paz, da justiça e da democracia a favor do povo moçambicano, de África e do mundo.

Do lado partido Frelimo, Contreiras também foi grandemente aplaudido pelo Executivo do presidente Armando Emílio Gebuza pelos esforços empreendidos em nome da paz, da democracia e da estabilidade em Moçambique.

Carlos Contreiras fez uma doação de 75 computadores à Fundação Dr. Joaquim Chissano  na pessoa do seu Director Leonardo que em nome da Fundação agradeceu o gesto prestado por este grande jovem político que muito tem feito pela paz, justiça, liberdade e democracia em redor do mundo.

Contreiras na foto e  Sheik Carimo, presidente da CNE de Moçambique.

Contreiras  visitou a sede do partido RENAMO e a CNE-Comissão Nacional Eleitoral de Moçambique.

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EXCLUSIVO DR. CONTREIRAS: PAZ CONSUMADA EM MOÇAMBIQUE

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sábado, 10 de maio de 2014

O GRANDE PACIFICADOR MUNDIAL: "PRESIDENTE CONTREIRAS DEFENDE PAZ E DEMO...

CONTREIRAS APLAUDE INICIATIVA DOS ESTADOS UNIDOS E DO REINO UNIDO PARA AFRICA


 

REPUBLICANO PRESS
Londres, Reino Unido, 03 de Setembro, de 2014.

CONTREIRAS APLAUDE INICIATIVA DOS ESTADOS UNIDOS E DO REINO UNIDO PARA ÁFRICA

O objectivo do PREA é governar Angola defendendo o sistema Federal de Governo




O presidente do PREA-Partido Republicano de Angola, Carlos Alberto Contreiras Gouveia, aplaudiu grandemente a posição do presidente dos Estados Unidos da América, Barack Obama, sobre o geo-contexto político global, nomeadamente a questão do combate o terrorismo, corrupção, e os sistemas ditatoriais, e a defesa dos direitos humanos a nível mundial, bem como defendeu a visão de Obama sobre as questões dos assuntos de defesa e segurança ligados ao continente africano e o processo de desenvolvimento global. 

Numa óptica geral, esta posição de Carlos Contreiras ao reforçar o posicionamento político diplomático de Barack Obama, vem ao mesmo tempo, reforçar medidas de prevenção no quadro da defesa e segurança local, regional e continental, tendo em conta o papel de Angola neste complexo processo de manutenção da paz e estabilidade.

Em conferência de Imprensa esta manhã em Londres, o líder da oposição angolana, Carlos Contreiras, reconheceu igualmente o papel exemplar levado a cabo pelo governo do Reino Unido no conjunto das questões políticas, económicas e sociais a nivel de Africa e do mundo, tendo apelado para uma participação mais ampla da comunidade internacional no processo de reconstrução de Angola, sobretudo no quadro da desminagem, saúde, educação, habitação e infra-estruturas.

 "O que os governos dos Estados Unidos da América e o Reino Unido têm feito em prol da paz, estabilidade e democracia no mundo representa um sinal positivo de permanente desenvolvimento global ao serviço do bem estar de todas as nações que buscam a paz, a liberdade e a justiça universal," defendeu Contreiras. 
 
Questionado sobre os objectivos do seu partido, o político assegurou que o seu partido, o PREA, esta preparado para em 2017, concretizar a mudança que é o sonho dos angolanos. "Levar a candidatura de Carlos Contreiras a presidência da República de Angola  é uma urgência nacional," defendeu.

"O nosso objectivo é governar Angola defendendo o sistema Federal de Governo, e assegurar melhorias de condições de vida para os angolano que ainda sofrem por causa dos 35 anos de guerra civil que destruiram Angola tendo beneficiado apenas o partido no poder," disse.

Numa outra vertente, tendo presente que Angola faz fronteira com a República Democratica do  Congo-RDC, sobre o problema do virus do "EBOLA" (EVD), doença contagiosa transmissível através do sangue ou água, ar e alimentos, Carlos Contreiras, questionado pelos jornalistas disse que acredita que medidas de prevenção foram tomadas pelas autoridades angolanas a nível de controlo das fronteirras terrestres, aéreas, marítimas e férreas, por forma a prevenir o alastramento da epedmia que tem levado a vida de milhares de pessoas em todo o mundo com maior índice em Africa. O Ebola foi identificado pela primeira vez em 1976, no Sudão e na República Democrática do Congo-RDC.
 
Contreiras viaja amanhã para Washington, Estados Unidos, onde vai manter contactos com  líderes republicanos e abordar os problemas que afectam a vida política, militar, económica, financeira e social de Angola, bem como, vai também reforçar os laços de amizade com os seus parceiros republicanos norte americanos.

Em Londres, Reino Unido, Carlos Contreiras teve encontros com várias entidades locais e visitou a sede da BBC e as comunidades angolanas residentes neste país, onde apelou para um maior contributo individual e colectivo no âmbito político e social, tendo em vista as próximas  eleições autarquicas de 2015, e as  eleições gerais de 2017.

O PREA-Partido Republicano de Angola  é a primeira força política da oposição em Angola. O PREA  foi fundado em 1994, nos Estados Unidos por Carlos Contreira.





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segunda-feira, 5 de maio de 2014

O GRANDE PACIFICADOR MUNDIAL: "PRESIDENTE CONTREIRAS DEFENDE PAZ E DEMO...

O GRANDE PACIFICADOR MUNDIAL: "PRESIDENTE CONTREIRAS DEFENDE PAZ E DEMO...



O GRANDE PACIFICADOR MUNDIAL: "PRESIDENTE CONTREIRAS DEFENDE A PAZ E DEMOCRACIA"

O grande pacificador mundial, Presidente Carlos Contreiras, Presidente do PREA-Partido Republicano de Angola, apela ao moçambicanos (GOVERNO DA FRELIMO DO PRESIDENTE GEBUZA E A RENAMO DO DR. AFONSO DHLAKAMA) para o fim dos conflitos militares dentro dialogo permanente com vista a preservar a paz e a democracia via ao desenvolvimento. (Maputo, Moçambique, 05.05.2014) PARTIDO REPUBLICANO DE ANGOLA


PERFIL DO PRESIDENTE DO PARTIDO REPUBLICANO DE ANGOLA-PREA

A minha fotografia
O Mestre Dr.Carlos Alberto Contreiras Gouveia, é um cêntrico-Cristão, nasceu no bairro Operário, município de Sambizanga, Luanda, República de Angola, numa modesta e humilde casa, aos 14 de Março de 1966. Tem 8 filhos. Doutorado em Ciências Políticas e Económicas pela Universidade de Boston, Massachusetts, Estados Unidos da América-USA. É jornalista, mestre 5º Dan de Karaté, poeta, compositor, escritor e filósofo. É fundador e líder do Partido Republicano de Angola-PREA. Contreiras é reconhecido mundialmente e, é hoje, considerado o maior exponente promotor da democracia na oposição política em Angola. A sua coragem, carisma, amor ao próximo e espírito de dedicação em prol da paz, constitui hoje o mais alto orgulho e grau de integridade moral e de patriotismo na dinâmica política, social e económica como resultado positivo de inovação do país. É um verdadeiro lutador sem tréguas contra a corrupção, o suborno, a ilegalidade e a ilegitimidade e as injustiças sociais. O objectivo primário do Dr. Contreiras é restituir a dignidade e os valores morais e culturais do povo angolano, preservando a paz, a unidade e recolciliação nacional e a democracia para o bem comum do povo angolano.